Simulador Banco Bradesco

Simulador Banco Bradesco 

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Conheça um pouco mais sobre Banco Bradesco

Bradesco é o segundo maior banco privado do Brasil (em ativos totais), e cresceu principalmente através de fusões e aquisições. Foi fundado em 1943 na cidade de Marília, interior de São Paulo, pelo coronel Galdino de Almeida e mais dois amigos. Seu nome originário era Casa Bancária Almeida e, em seguida, Banco Brasileiro de Descontos S.A., cuja sigla era “Bradesco”, que passou a ser a razão social.

História

Década de 1940

Sua estratégia inicial consistiu em atrair o pequeno comerciante, o funcionário público, pessoas de posses modestas, ao contrário dos bancos da época, que só tinham atenções para os grandes proprietários de terras. Foi um dos primeiros a estimular o uso de cheque aos seus correntistas, que foram orientados a preencher as folhas nas próprias agências. Em 1946, a matriz é transferida para a capital paulista, na rua Álvares Penteado, centro financeiro da cidade (Há divergências, pois alguns citam a vinda à São Paulo para outro endereço, na rua 15 de novembro).Suas agências passam a receber pagamento de contas de energia elétrica, então uma verdadeira inovação no país.
Um ano depois, tomou conhecimento da expansão do café no norte do Paraná e montou uma empresa colonizadora. Expandiu-se na região e já no começo da década de 1950, o ex-Banco da Lavoura (atual Banco Real do grupo Santander) era o maior banco brasileiro no conceito de depósitos à vista.

Década de 1950

Em 1951, com apenas oito anos de vida, o Bradesco torna-se o maior banco privado do Brasil. Nessa década, o Banco chega ao norte rural do Paraná e decide também erguer sua nova sede em Osasco. A construção da matriz inicia-se em 1953 e leva seis anos para ser concluída. Seu crescimento consistente na década de 1960 foi construído com base em um esquema misto de conservadorismo, reinvestimento de lucros e também de aquisições, quando são incorporados nada menos que 17 outros pequenos bancos.
O terceiro salto foi com a aquisição, em 1957, do Banco Nacional Imobiliário – BNI, do banqueiro Orozimbo Roxo Loureiro, que enfrentou problemas de liquidez por ter investido muito em imóveis. Quando o Bradesco o adquiriu e reabriu as 46 agências bancárias que o BNI tinha em São Paulo descobriu o óbvio: em vez de expandir para outras regiões e cidades, havia um enorme mercado a ser conquistado na cidade mesmo.
Internamente, Amador Aguiar sedimentava características na cultura do Bradesco. A mais importante foi o chamado “foco no cliente”, quando a expressão ainda não era moda em marketing. O gerente passou a colocar sua “escrivaninha” na porta da agência – uma revolução para a época, quando os gerentes tinham “salas escondidas” no segundo ou terceiro piso dos prédios. A diretoria passou a trabalhar pioneiramente de forma colegiada – todos os diretores em torno de uma mesa retangular, compartilhando informações e decisões. Quando o banco aumentou, montou-se mais uma mesa. Só quando chegaram os computadores montaram-se mesas individuais, mas na mesma sala.

Década de 1960

Adquire o Banco Porto-Alegrense que havia se tornado praticamente em um banco familiar.

Década de 1970

Na década de 1970, o Bradesco resolveu montar cavalo em sua própria estrutura de processamento e apoio. Inicialmente, montou a sua própria gráfica, que foi fundamental para a reorganização dos formulários, naquela época extremamente importantes, pois ainda não existiam as transferências eletrônicas. O sistema de distribuição de impressos à época era maior que o dos próprios Correios.
O Bradesco também introduziu no mundo das operações bancárias os leitores de código dos cheques (chamados “CMC-7″) em 1979, sendo o primeiro no mundo a desenvolver tais artefatos, depois da recusa das empresas estrangeiras líderes de desenvolverem um produto para o mercado local.
Outro passo importante foi a montagem da estrutura de microfilmagem de documentos, como os cheques; primeiro, o Bradesco comprou um sistema denominado Computer Output Microfilm – COM (desenvolvido nos Estados Unidos), no Brasil somente o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) tinha outro. O do Banco do Brasil veio somente dois anos depois.

Década de 1980

Também o Bradesco usou as aquisições para participar da segunda onda de inovações tecnológicas que levou à sedimentação da automação bancária como base de sustentação para a expansão do setor, contratando junto à então gigante italiana Olivetti Data Enter, uma máquina que exigiu a montagem de uma estrutura de manutenção para atender as agências fora de São Paulo. A partir dessa estrutura, em 1980, essa área passou a fazer toda a manutenção do banco, criando um embrião de toda uma estrutura de tecnologia que depois viria a não só a ser uma organização independente, como um modelo para o próprio setor bancário na América Latina. O primeiro terminal de operação eletrônica foi instalado na agência da praça Panamericana, em São Paulo – isto numa época em que não havia linhas de telecomunicação para tal fim, e até a interligação de algumas agências foi necessária uma intensa negociação com a então estatal Embratel; foram necessários quase dez anos para interligar tudo, porque a própria Embratel não tinha ainda essa expertise, e o ambiente da então vigente “reserva de mercado” da indústria de “informática” (que ainda não era de TI – “Tecnologia da Informação”) não permitia que fossem importadas soluções.
Aproveitando o pioneirismo do setor tecnológico, em 1981 houve o lançamento do primeiro cartão magnético da América Latina, também na agência da praça Panamericana. Este lançamento significou nada menos que uma das bases para que no futuro o Bradesco e outros bancos percebessem o valor da tecnologia como elemento essencial para a expansão geográfica, geradora de escala e de lucratividade.
Na sequência, em 1985, foi instalado o primeiro terminal para o que na época ainda se chamava “telecompras”, que de tanto pioneirismo criou um dilema: não havia experiência no sistema bancário de como creditar numa conta e debitar em outra em tempo real. A resposta estratégica mais uma vez foi rápida, com a compra da Digilab, empresa de eletrônica e de computação, que chegou a produzir mais de 40 mil terminais – para o Bradesco e outros bancos que à época eram concorrentes, mas que acabariam sendo adquiridos em parte pelo próprio Bradesco, como o Credireal e o BCN.

Conheça a historia completa do Bradesco: Wikipédia